A cervejaria Turatti é um ponto de encontro entre fortalezenses e turistas pelo seu principal atrativo: o chopp artesanal fabricado pela própria Turatti que é referência na cidade, no estado e até no país.

O ambiente é super agradável, amplo e com ótima ambientação de música ao vivo todos os dias. O estabelecimento dispõe de comidas que podem agradar aos mais diversos paladares e as possibilidades são muitas. Além da diversão, se você for um apreciador de cerveja, ainda pode conhecer todo o processo de fabricação Turatti. Nós fomos até lá, provamos e recomendamos!

E, para apresentar a cervejaria, entrevistamos quem melhor a conhece: o gerente-geral Luciano Monteiro. Confira!

VemTambém: A Turatti recebe muitos clientes e, acreditamos que parte deles seja turista. O que você acha que atrai as pessoas à cervejaria?

Luciano Monteiro: A Turatti tem recebido muitos turistas e acredito que seja pelo fato de ser uma novidade na cidade, bem como pelo trabalho que vem sendo realizado de aproximação com os hotéis. Os clientes que compram vouchers da Turatti já nos hotéis recebem alguns benefícios. O conceito cervejaria também é algo bastante procurado, então, com uma rápida pesquisa na internet, os clientes já nos descobrem.

VT: Há quase duas décadas vocês produzem sua própria cerveja, estando na vanguarda de algo que agora começa a se popularizar. Qual a principal marca do produto de vocês?

LM: Estamos há cerca de 20 anos produzindo nossa própria cerveja e isso aconteceu em Florianópolis. Quando chegamos a Fortaleza, fomos a primeira microcervejaria não somente da cidade, mas de todo o Ceará. No início, produzíamos nossa cerveja em um outro estabelecimento e, agora, decidimos expandir nosso negócio fazendo uma distribuição direta ao público, mas sem deixar de fornecer a nossa cerveja também para outros restaurantes da região. A cerveja artesanal vem se popularizando especialmente no sul do país e ganhando força há cerca de 10 anos. O Ceará conta com outras cervejarias, mas com o nosso potencial de produção que chega a 50 mil litros de cerveja por mês não há. Boa parte dos estados brasileiros, hoje, já conta com inúmeras microcervejarias. E o Ceará está entrando nesse mapa. Esperamos que, em breve, tenhamos vários outros parceiros se instalando aqui no estado.

VT: Quantos tipos de cerveja vocês produzem e por que o turista deve ir provar da experiência oferecida pela cervejaria Turatti?

LM: Temos seis tipos de Chopp que são produzidos e maturados na Turrati. E a comercialização deles não se limita somente aos clientes da nossa loja. O líquido tanto segue para ser comercializado em outros estabelecimentos como está disponível para venda aos clientes que querem comprar em barris, por exemplo. Hoje produzimos o Chopp Larger; o Weiss, de trigo; o Stout; American Apa; IPA; e Black IPA. O que faz as pessoas virem até aqui certamente é a curiosidade pelo sabor do nosso Chopp e por conhecer a qualidade do nosso produto. Elas gostam e voltam.

VT: Para além do Chopp, quais os principais serviços da Turatti você menciona quando convida alguém para conhecer a cervejaria, especialmente o turista?

LM: Além do Chopp, nós temos cerca de 30 coquetéis diferenciados. Vários tipos de whisky, vinhos de inúmeros países, vodca e outras bebidas destiladas, por exemplo. Além de não alcoólicos. Apesar de sermos uma fábrica de cerveja, não nos limitamos somente à cerveja, o que amplia ainda mais o nosso público. Na parte gastronômica contamos com duas opções: temos o buffet, que é uma opção que custa R$34,90 e você dispõe de mais de trinta pratos salgados e saladas, sempre entre as 18h e 0h e por esse valor o cliente pode se servir quantas vezes quiser; e as opções à la carte de aperitivos. Recomendo o leitão pizza ou os Turatti Burgers, os carros chefes da casa. Então, há aí uma grande variedade de comidas também. Nós temos música ao vivo todos os dias com uma banda no início da semana e duas aos fins de semana. Sempre tocamos pop rock nacional e internacional e Música Popular Brasileira. Para a feijoada, que servimos aos sábados a partir do meio dia, temos um grupo de samba. 

VT: O Chopp produzido por vocês hoje ainda conserva a tendência italiana, de onde vem a família, ou já tem uma fórmula mais brasileira?

LM: Nossa preocupação maior é atender o paladar do público brasileiro. Não podemos tentar implementar um sabor aqui se nos preocuparmos com o gosto do cliente. Pensamos em fazer bebidas mais aceitas pelo público brasileiro. Estamos lançando agora três tipos de chopps especiais feitos em barris de carvalho e de produção mais limitada com sabores fora dos padrões que oferecemos atualmente. E esses serão especiais para os apreciadores do sabor de um bom chopp e de produtos diferenciados. Então, é isso. Pensamos nos padrões do brasileiro, que mora num país tropical e que gosta da bebida mais gelada, por exemplo.

 

E você, tá esperando o que para experimentar o melhor chopp da cidade?!